Setembro Amarelo: Seus pacientes precisam da sua atenção na prevenção do suicídio


Com o intuito de gerar conscientização em relação aos crescentes casos de suicídio e tentativa de suicídio criou-se o setembro amarelo.

Um mês dedicado a conscientização acerca da prevenção do suicídio, que já é um problema de saúde pública.

Muitos são os fatores que levam os pacientes a tomarem atitudes extremas como intentar contra a própria vida.

E cabe aos profissionais de saúde, principalmente psicólogos e psiquiatras, um olhar atento para atuar de forma eficaz no tratamento e prevenção desses distúrbios.

 

Prevenção do suicídio – O que leva uma pessoa a querer tirar a própria vida

 

 

O suicídio é claramente um pedido de socorro desesperado por parte da pessoa que o comete e o setembro amarelo veio para mostrar isso.

O ato de tirar a própria vida, ou planejar formas de fazê-lo esconde problemas emocionais e patológicos que requerem atenção e tratamentos urgentes.

Pesquisas estimam que no mundo todo, a cada 40 segundos uma pessoa se suicida, isso sem contar os números de tentativas, daí a importância da divulgação do setembro amarelo.

Os meios utilizados são diversos, dentre eles um comumente escolhido é a overdose por medicações ou substâncias tóxicas.

São dados alarmantes que despertam a atenção para as causas que levam essas pessoas a optarem por essa prática e a importância da atenção ao suicídio para prevenção da prática.

Alguns dos principais fatores / transtornos que contribuem para gerar o impulso suicida em um indivíduo são:

  • Perda de um ente querido
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Transtorno bipolar
  • Trauma emocional decorrente de abuso
  • Problemas de origem financeira
  • Desemprego
  • Histórico de suicídio na família
  • Problemas de relacionamento
  • Problemas de orientação sexual
  • Dependência química
  • Uso abusivo de álcool
  • Diagnóstico de doenças crônicas como câncer, HIV, esclerose múltipla, esquizofrenia entre outros.

 

 

Setembro amarelo: O papel do médico na prevenção do suicídio

 

Quando falamos em prevenção e atenção ao suicídio, geralmente o papel de apoiar e monitorar esses indivíduos recai sob familiares e amigos.

Mas por se tratar de um problema complexo e profundo, é necessário desenvolver toda uma rede apoio para suportar esse paciente e garantir o tratamento adequado.

Um olhar atento sob pacientes com quadros que podem desencadear em tendências suicidas é essencial para prevenir a ocorrência de uma tentativa.

O psiquiatra é a profissional chave no tratamento de pacientes com tendências ou pensamentos suicidas.

Portanto, o psiquiatra é o profissional que possui o conhecimento adequado sob os fenômenos que podem desencadear esse comportamento.

Além disso, possui o domínio sobre métodos eficazes para o diagnóstico e tratamento desses pacientes de forma segura e eficaz.

Cabe ao psiquiatra avaliar o nível de comprometimento desse paciente, e determinar se o mesmo deve permanecer sob vigilância constante, ou a adoção de outras medidas que garantam sua própria segurança.

Por outro lado, o psiquiatra possui também uma sensibilidade maior para antever novos episódios de tentativas, podendo atuar de forma preventiva e não apenas reativa ao problema.

Campanhas como o setembro amarelo, devem envolver toda a sociedade, em especial esses profissionais.

 

Como o médico geral pode se preparar para atuar na prevenção do suicídio

 

 

Para que o médico possa ministrar tratamentos de transtornos que levam ao suicídio, é necessário desenvolver amplo conhecimento sobre as perspectivas tanto psicológica quanto biológica do paciente.

Para isso, cursar uma especialização é fundamental para que esses profissionais dominem os fatores envolvidos no problema e possam assim prestar a melhor assistência possível ao paciente, garantindo sua saúde e bem-estar.

A Pós-Graduação em psiquiatria proporcionará o desenvolvimento aprofundado em condições como transtorno bipolar, transtornos de ansiedade, depressão, além de doenças como esquizofrenia, entre outros.

Além disso, a Pós-Graduação em psiquiatria também permite que o psiquiatra obtenha maior segurança no diagnóstico de pacientes.

Permitindo a prescrição de tratamentos e medicações de forma mais eficiente gerando melhor resposta por parte dos pacientes ao tratamento.

 

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