O que é a Medicina Germânica?


A Medicina Germânica ou Nova Medicina Germânica é uma abordagem alternativa da já conhecida “Nova Medicina Alemã”, que propunha trazer à sociedade médica, fundamentos para a cura do câncer. Criada pelo médico alemão Ryke Geerd Hamer (1935), a medicina germânica integra um conjunto de estudos oncológicos feitos pelo Dr. Hamer na década de 1970.

Dr. Hamer, demonstrava ter um grande talento para a criação de novos dispositivos e equipamentos médicos, além de proporcionar certas polêmicas dentro do meio acadêmico e médico. Com a morte de seu filho e da sua própria experiência com o câncer, Hamer começou uma interessante viagem científica, com investigações clínicas de histórias dos pacientes com câncer. Entre esses dados levantados, Hamer percebeu que, assim como em si mesmo, todo trauma causado por um choque inesperado, tem relação direta e indireta com a doença.

Preceitos da Medicina Germânica

Segundo Hamer, essa relação entre traumas e conflitos, causados pelos choques psicoemocionais, geram certas manifestações fisiológicas sobre os órgãos debilitados em suas conexões com o cérebro. Neste momento, os estudos oncológicos não levavam em conta esse tipo de causa, ligando geralmente a outras probabilidades de origem. Dr. Hamer, pelo contrário, manifestou-se de forma incisiva neste caso, relatando que a origem da doença encontra-se na íntima relação do órgão cerebral com os demais sistemas hormonais, e na raiz das questões emocionais, sendo o cérebro o mediador da psique e do órgão debilitado.

Esta teoria da psique traumatizada explica que as células cerebrais, ao receberem o choque do trauma, acabam enviando sinais bioquímicos para as demais células presentes no corpo, gerando assim, o desenvolvimento de tumores, ou até se desdobrando em outro tipo de enfermidade.

O argumento dado pela medicina germânica corresponde à ideia de que todo conflito gerado na psique (e necessariamente ao cérebro), em cada área cerebral, termina por responder rapidamente a tudo que pode ameaçar a sua sobrevivência.

O nascimento da medicina germânica

A partir de seus estudos, Dr. Hamer, após receber a triste notícia da morte trágica de seu filho de 17 anos, três meses depois, soube que estava com câncer testicular. O médico alemão levava uma vida inteiramente saudável e sem chances de diagnósticos de enfermidades. Passando a investigar as experiências de seus pacientes com câncer, observou em sua grande maioria, acabaram desenvolvendo a doença após sofrerem algum tipo de choque traumático.

Vinte anos depois, o médico alemão, através das novas teorias da medicina germânica, estabeleceu que as enfermidades em geral, e em específico, o câncer, são causados pelos choques traumáticos. Neste sentido, Hamer não utilizava a palavra “câncer”, mas, “resposta biológica especial” dada a uma eventual situação de “choque” em que o organismo responde, tentando apressadamente resolver.

As 5 leis biológicas e suas orientações

Com base nisso, a medicina germânica confere as seguintes leis biológicas. Confira!

1. Regra de Ferro: Não abalar-se

Evitar deixar-se levar pelas impressões de pânico e alto nível de estresse, apesar do grande impacto. Não apenas a si mesmo como não causar pânico também às demais pessoas. Um sentimento que é valorizado nesta primeira lei da medicina germânica, é a do autorrespeito e carinho a si mesmo, de forma como valor terapêutico, detectar o conflito em si e buscar tratá-lo antecipadamente.

2. Duas fases da doença: Suporte da vagotonia

Se o paciente não pôde resolver seu conflito interno, ao qual o sistema nervoso simpático (SNS) encontra-se como “doença fria”, perceptível pelas extremidades frias, alterações de sono, de pele, estresse e perda de peso, entra na fase do sistema nervoso parassimpático (SNP).

Esta última fase é onde ocorrem os riscos. A vagotonia seria a excitabilidade exagerada do nervo vago, que possui alterações consideráveis pelas quais este se ramifica até chegar aos órgãos conectados, como o coração, os pulmões, o estômago e os intestinos.

3. Sistema Ontogenético de Doenças e a autoanálise

A medicina germânica argumenta que a doença é tem relação com a atividade cerebral, principalmente nas regiões regidas pelo “cérebro antigo”, o tronco cerebral e o cerebelo, que tem a ver com o controle dos processos mais primitivos, da sobrevivência básica, a respiração, a alimentação, a reprodução.

A comunicação entre o “cérebro antigo” e o “novo”, acontece nas relações de processos para o gerenciamento de questões sociais, como os conflitos, valorização, comprometimento, etc. É nesta área que os conflitos se originam e derivam no tronco encefálico aceleração ou diminuição celular, ocasionando necroses ou úlceras.

Por isso, segundo a medicina germânica, todos os dias, realização de uma autoanálise, preferencialmente à noite, com um tipo de balanço do dia-a-dia, que pode ser feito por meio de meditação (processo mental), escrever um diário, ou outra forma de avaliação de recapitulação.

Esse tipo de procedimento é essencial para o restabelecimento de um mínimo de espaço dirigido para a psique em que, antes de descansar, a mente entra em um estado de repouso e tranquilidade. Neste momento, se a enfermidade já existir, é importante observar os pensamentos negativos que estão presentes.

4. Sistema Ontogenético de Micróbios: a busca por tratamentos específicos

Segundo a medicina germânica, a função ontogenética dos micróbios não causaria as doenças, mas sim, pelas pelas funções orgânicas, coordenadas pelo cérebro, a fim de proporcionar o processo de cura. Na verdade, as micobactérias fazem o trabalho de cura na endoderma e na mesoderma. Para Hamer, no processo de cura, certas intervenções da medicina convencional podem ser consideradas contraproducentes, pois terminam por interferir em alguns destes processos naturais do corpo.

5. Quintessência: realizar apenas o necessário

O processo de autocura da psique envolve “programas especiais” que a natureza se encarrega de resolver em específicas situações de emergência. Neste momento, o paciente deve evitar todo e qualquer tipo de esforço físico ou psicológico, garantindo ao máximo seu repouso, mantendo o coração mais tranquilo e saudável, desestressando os nervos e estimulando a assertividade psicoemocional na produção positiva de hormônios. Todo tipo de descanso, atividades lúdicas e experiências de lazer devem ser incentivadas, evitando a alimentação mental de informações negativas.

De qualquer forma, apesar de ser uma teoria polêmica, a medicina germânica realiza um interessante estudo sobre as leis biológicas, os seus processos temporais de cura, os conflitos gerados na psique, e o desvendar das doenças autoimunes.

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