Cardiopatia congênita: Sintomas, diagnóstico e tratamento precoce


A cardiopatia congênita, ou doença cardíaca congênita, é uma condição em que o bebê nasce com alterações na estrutura do coração.

Essas alterações são classificadas como malformações congênitas, e são o tipo mais comuns em bebês.

Ao longo desse artigo, falaremos mais sobre a cardiopatia congênita, os principais sintomas, causas e tratamentos para que você médico possa conhecer um pouco mais sobre essa patologia, nos acompanhe na leitura!

Quais as causas da cardiopatia congênita?

 

Grande parte das cardiopatias ocorrem quando o bebê ainda está no útero da mãe, considerando que o coração do feto começa a bater já no primeiro trimestre da gestação.

As cardiopatias são doenças no coração que acometem o feto, e surgem durante o seu processo de desenvolvimento, e causam anormalidade na estrutura do coração.

Quando os batimentos são iniciados, o coração ainda é uma estrutura primitiva, sendo apenas um tubo, que se desenvolverá e dará forma ao coração como o conhecemos.

No momento em que as estruturas do coração e dos vasos sanguíneos estão se formando, é que costumam surgir as alterações cardíacas.

As causas da cardiopatia congênita ainda não são totalmente esclarecidas, mas sabemos que alguns fatores podem oferecer uma pré-disposição para a condição, veja abaixo:

 

– Infecção viral da mãe contraída no primeiro trimestre de gestação como a rubéola;

– Uso de medicamentos que podem afetar a formação de órgãos do bebê;

– Presença de familiar com diagnóstico de doenças no coração;

– Alterações genéticas ou cromossômicas como a síndrome de Down.

 

Quais os principais sintomas da cardiopatia congênita e como é feito o diagnóstico?

 

Em um grande número de casos, a cardiopatia congênita pode ser identificada ainda no pré-natal da mãe, por meio da realização de ultrassonografias. Por isso, a compreensão mais aprofundada sobre o tema é necessária para uma abordagem clínica eficiente.

Nesses casos, inicia-se o acompanhamento no pré-natal e consequentemente após o nascimento, onde a criança pode precisar de cuidados médicos imediatos, dependendo do grau de alteração que apresentar.

Em outros casos, a cardiopatia congênita pode não ser identificada nos ultrassons gestacionais e nem após o nascimento.

Muitas crianças só descobrem a condição anos mais tarde, quando surgem alguns sintomas, ou quando são submetidas a outros exames de imagem que detectam a condição.

Entre os sintomas mais comuns da cardiopatia congênita estão:

– Presença de coloração azulada na pele (conhecida como cianose);

– Falta de ar;

– Tosse;

– Infecções de repetição como pneumonias;

– Tonturas ou até mesmo desmaios;

– Cansaço durante as mamadas;

– Em crianças maiores pode haver cansaço após a prática de exercícios;

– Presença de edemas.

 

O diagnóstico da doença pode ser feito antes do nascimento. Nesse caso, o médico avaliará a conduta necessária para assegurar a saúde do bebê.

O diagnóstico também pode ser feito por pediatras, cardiopediatras e cardiologistas.

No exame clínico o médico pode levantar a hipótese de anormalidade na estrutura do coração, quando há ruídos semelhantes a um sopro cardíaco.

Os exames que podem identificar a presença da condição são o ecocardiograma fetal, ecocardiograma e ultrassonografia.

 

Qual o tratamento indicado para a cardiopatia congênita?

 

O tratamento dessa condição dependerá da gravidade do quadro no paciente, devendo o profissional conhecer os protocolos recomendados para casos como esses.

Grande parte dos bebês apresentam quadros leves de cardiopatia congênita, que são curados com o seu próprio desenvolvimento.

Em casos onde a condição é de moderada a grave, o médico pode prescrever o uso de medicamentos, ou até recomendar intervenção cirúrgica.

Entre as intervenções cirúrgicas realizadas, para tratamento da cardiopatia congênita, estão procedimentos por cateter, cirurgias de peito aberto, e em casos de alta gravidade, o transplante de coração pode ser a única forma de tratamento.

 

Detectar a cardiopatia congênita de forma precoce é a melhor forma de garantir o tratamento adequado ao bebê, por isso o pré-natal é indispensável para a saúde da mãe e do bebê.

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